Sua imagem fala por você — o que ela está dizendo?
- Mariah Bezz

- 9 de dez. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 6 de abr. de 2025
Autoestima vai muito além de gostar da imagem no espelho. Ela nasce da relação que você tem com a sua história, suas emoções e principalmente… com você.
Portanto, autoestima é uma junção de emoções, crenças e autoimagem.
Através da autoimagem, refletimos nossas emoções e crenças por meio das roupas, acessórios, maquiagem… criando uma forma de comunicação com o mundo sobre quem somos e no que acreditamos. Essa expressão pode resultar em uma autoestima elevada — ou baixa.
Quem sofre de baixa autoestima pode sentir que está sempre em busca de algo, ou com a sensação constante de que falta alguma coisa. Como, por exemplo, acreditar que a pele nunca está boa o suficiente, o cabelo não está do jeito certo, o peso não é o desejado… Tudo isso pode ser reflexo de questões internas.
Por isso, é importante observar: a insatisfação vem de dentro (de algo que falta e não se sabe o quê) ou, de fato, há algo na imagem externa que incomoda?
Resolver crenças negativas é essencial para o fortalecimento da autoestima. Criar o hábito de se observar e se conhecer é fundamental para cultivar uma relação verdadeira e feliz consigo mesmo. Essa é uma das maneiras mais eficazes de elevar a autoestima.
Autoestima elevada ou baixa está diretamente ligada ao que acreditamos sobre nós mesmos.
E essas crenças, muitas vezes, têm origem na infância. Questões mal resolvidas nesse período podem impactar profundamente a forma como nos enxergamos, podendo entrar em conflito com nossa autoimagem ou até influenciar a forma como nos mostramos ao mundo — mesmo na vida adulta.
Na infância, somos ensinados a seguir padrões, a reprimir vontades ou emoções, e muitas vezes somos pressionados — seja pela família ou pela sociedade — a agir de determinada forma para sermos aceitos. Esses conflitos internos acabam refletidos na forma como nos apresentamos.
Na linguagem das roupas, da maquiagem e da aparência, essa expressão pode ser verdadeira, ou até mesmo um protesto silencioso, consciente ou não, para encontrar pertencimento.
Por isso, a autoimagem é um espelho dos nossos sentimentos. E ela influencia diretamente a autoestima.
Trabalhar crenças, buscar autoconhecimento e permitir-se romper padrões é a chave para viver com mais autenticidade e liberdade. Esse é o caminho para se reconhecer, se reconectar e fazer as pazes consigo mesmo.
Aposte no que realmente acredita, no que te representa, te faz bem e feliz!
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