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Como a maquilhagem pode elevar a autoestima sem exageros

  • Foto do escritor: Mariah Bezz
    Mariah Bezz
  • 1 de mar.
  • 1 min de leitura

A maquilhagem sempre esteve associada à transformação.

Mas, ao contrário do que muitas pessoas pensam, transformar não significa esconder, corrigir ou exagerar. Na sua forma mais consciente, a maquilhagem não apaga, revela.


Quando aplicada com intenção, a maquilhagem tem o poder de reforçar traços, suavizar expressões e criar uma sensação de presença e confiança. Não se trata de mudar quem se é, mas de realçar aquilo que já existe, com respeito e equilíbrio.


O exagero, muitas vezes, nasce da insegurança ou da falta de escuta. Técnicas repetidas sem adaptação, tendências seguidas sem critério ou produtos usados em excesso podem afastar a pessoa da própria imagem, em vez de a aproximar dela.


Uma maquilhagem bem pensada começa antes do pincel tocar na pele. Começa na observação do rosto, na leitura das proporções, na compreensão do momento e da personalidade de quem a usa. Cada escolha, da textura à intensidade, deve fazer sentido para aquela pessoa, naquele contexto.


A autoestima não está ligada à quantidade de maquilhagem, mas à forma como ela faz alguém sentir-se. Há quem se sinta confiante com um toque subtil de luz, quem precise apenas de uniformizar a pele ou de definir o olhar. Não existe uma fórmula universal.


Quando a maquilhagem respeita o rosto, o estilo de vida e a essência de cada pessoa, o resultado é natural, elegante e duradouro, não apenas no espelho, mas na forma como se ocupa o espaço.


Porque maquilhar não é sobre criar uma nova versão, mas sobre reconhecer e valorizar a melhor versão possível, sem excessos e sem ruído.


Muito além de sobrancelhas e maquilhagem.

MB. Studio ✨



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